Uma viagem de peregrinação
Nossa viagem não é turística: ela é diferente pois consiste numa peregrinação.
O Servo de Deus João Paulo II ensinava que a peregrinação «reproduz a condição do homem, que gosta de descrever a sua própria existência como um caminho. Do nascimento até à morte, cada um vive na condição peculiar do homo viator. Por sua vez, a Sagrada Escritura testemunha repetidas vezes o valor do fato de pôr se a caminho para ir aos lugares sagrados; era tradição do Israelita ir em peregrinação à cidade onde se conservava a arca da aliança, ou então visitar o santuário de Betel (cf. Jz 20,18), ou o de Silo, onde Ana, mãe de Samuel, viu a sua oração atendida (cf. 1Sm 1,3). Submetendo se voluntariamente à Lei, também Jesus, com Maria e José, foi como peregrino à cidade santa de Jerusalém (cf. Lc 2,41). A história da Igreja é o diário vivo duma peregrinação sem cessar. A caminho da cidade dos Santos Apóstolos Pedro e Paulo, da Terra Santa, ou de santuários — antigos e novos — dedicados à Virgem Maria e aos Santos: eis a meta de muitos fiéis que assim alimentam a sua devoção.
«A peregrinação sempre constituiu um momento significativo na vida dos fiéis, revestindo expressões culturais diferentes nas várias épocas. Ela lembra o caminho pessoal do crente seguindo as pegadas do Redentor: é exercício de ascese ativa, de arrependimento pelas faltas humanas, de vigilância constante sobre a própria fragilidade, de preparação interior para a conversão do coração. Através da vigilância, do jejum, da oração, o peregrino avança pela estrada da perfeição cristã, esforçando-se por chegar, com a ajuda da graça de Deus, “ao estado de homem perfeito, à medida da estatura completa de Cristo” (Ef 4,13)» (Bula Incarnationis mysterium, n.º 7).
Conheça as basílicas de peregrinação de Roma.
O Servo de Deus João Paulo II ensinava que a peregrinação «reproduz a condição do homem, que gosta de descrever a sua própria existência como um caminho. Do nascimento até à morte, cada um vive na condição peculiar do homo viator. Por sua vez, a Sagrada Escritura testemunha repetidas vezes o valor do fato de pôr se a caminho para ir aos lugares sagrados; era tradição do Israelita ir em peregrinação à cidade onde se conservava a arca da aliança, ou então visitar o santuário de Betel (cf. Jz 20,18), ou o de Silo, onde Ana, mãe de Samuel, viu a sua oração atendida (cf. 1Sm 1,3). Submetendo se voluntariamente à Lei, também Jesus, com Maria e José, foi como peregrino à cidade santa de Jerusalém (cf. Lc 2,41). A história da Igreja é o diário vivo duma peregrinação sem cessar. A caminho da cidade dos Santos Apóstolos Pedro e Paulo, da Terra Santa, ou de santuários — antigos e novos — dedicados à Virgem Maria e aos Santos: eis a meta de muitos fiéis que assim alimentam a sua devoção.
«A peregrinação sempre constituiu um momento significativo na vida dos fiéis, revestindo expressões culturais diferentes nas várias épocas. Ela lembra o caminho pessoal do crente seguindo as pegadas do Redentor: é exercício de ascese ativa, de arrependimento pelas faltas humanas, de vigilância constante sobre a própria fragilidade, de preparação interior para a conversão do coração. Através da vigilância, do jejum, da oração, o peregrino avança pela estrada da perfeição cristã, esforçando-se por chegar, com a ajuda da graça de Deus, “ao estado de homem perfeito, à medida da estatura completa de Cristo” (Ef 4,13)» (Bula Incarnationis mysterium, n.º 7).
Conheça as basílicas de peregrinação de Roma.
Sobre as viagens (Eclo 34,9-13):
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Vir, qui peregrinatus est, multa didicit,
et, qui multa expertus est, enarrabit scienter. Qui non est expertus, pauca recognoscit, qui autem peregrinatus est, multiplicat astutiam. Multa vidi errando et plurima verba intellexi; aliquoties usque ad mortem periclitatus sum et horum causa liberatus sum. |
O homem viajado conhece muitas coisas,
e o experimentado fala com inteligência. Quem não passou por provações pouco sabe; mas quem peregrinou tem grande habilidade. Vi muitas coisas em minhas viagens, e minha compreensão supera minhas palavras. Muitas vezes estive em perigo de morte, mas fui salvo graças à experiência adquirida. |