
1) Análise do contexto histórico-cultural: vivemos depois do tempo da utopia (1968), para o qual Deus era odioso, e do tempo do desencanto (1989), para o qual Deus teria morrido.
2) A Igreja deve prestar um serviço à verdade: importância da memória, narração e interpretação. Afinal, ele é um biblista!
3) Autêntico significado da fé: assentimento a algo que não somos capazes de construir por nós mesmos.
4) O encontro com Deus é pessoal: portanto, não há dualismo, já que o corpo faz parte da pessoa.
5) O encontro com Deus nos supera: sob a luz de Deus enchemo-nos de uma saudável confusão.
6) Somos prisioneiros do futuro de Deus: o cristão vive numa experiência antecipada e antecipadora das coisas últimas.
7) É necessário ter uma reserva crítica para ir contra corrente: o Ocidente padece de quatro doenças: desequilíbrio entre tecnologia e moral, letargia moral e política, abandono das raízes cristãs e da missão civilizadora da Europa, esquecimento da concepção cristã de Deus como Logos.
8) Maria é o ícone da Igreja: é concretização pessoal das coordenadas do pensamento cristão.





