Esta é a poesia que acompanha a segunda gravura de Wierix, da qual não disponho. Ao que parece, a ideia de homo bulla, "homem bolha", é oriunda do começo do tratado De Agricultura, de Marco Terêncio Varrão, significando o quanto o ser humano é efêmero: "hoje somos, amanhã não".

Dic, o Puer, Homo Bulla,
Res tam levis nos est ulla,
  Bulla nil fragilius.

Mater, Nati pro statura,
Ulna brevis est mensura,
  Est immensus Filius.

  Traduzo livremente:

Dize, ó Menino, frágil Homem,
Não há coisa mais leve do que a bolha,
  nem mais delicada.

A Mãe, pelo tamanho do Menino,
Em breve abraço abarca
  o imenso Filho.

 


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