Quando é preciso ler os clássicos 09/09/2009
Foi dado início à atividade Informação & performance, com a palestra "Quando é preciso ler os clássicos". Veja aqui a apresentação: Add Comment Bienal do Livro 2009 08/24/2009
![]() A XIV Bienal do Livro ocorrerá no Rio Centro entre os dias 10 e 20 de setembro. Estarão presentes mais de cem autores brasileiros e 18 estrangeiros, entre eles Bernard Cornwell, e são esperados mais de 600 mil visitantes. O país homenageado serão os Estados Unidos. J. R. R. Tolkien 08/14/2009
![]() A HobbitCon 2009, o maior evento sobre Tolkien no Brasil, já tem data, local e atividades confirmadas. será nos dias 10 a 12 de outubro de 2009, no SESC Copacabana (Rua Domingos Ferreira, 160). Entre as presenças confirmadas estão o ilustrador canadense Ted Nasmith e o artista plástico brasileiro Douglas Costa. Haverá palestras, oficinas, exposições. Para mais informações, vá ao site do evento em www.hobbitcon.com.br. Culturômetro 06/22/2009
![]() O blog da livraria portuguesa Pó dos Livros apresentou uma avaliação dos leitores de acordo com o número de obras lidas no ano. Veja em que categoria você se enquadra: O BÁSICO - de 0 a 0 livros por ano Características: De raciocínio lento, não consegue verbalizar um pensamento de forma minimamente estruturada. Culturalmente: Uma nulidade. O IGNORANTE – de 0 a 1 livro por ano Características: Pouco mais consegue do que verbalizar ideias feitas. Culturalmente: Conhece os nomes dos presidentes do Benfica, Porto e Sporting. O DESINTERESSANTE – de 1 a 5 livros por ano Características: Verbaliza as ideias de forma estruturada, mas não tem opinião própria. Culturalmente: Conhece os nomes dos presidentes do Benfica, Porto e Sporting e ainda os nomes do presidente da República e do primeiro-ministro. THE ORDINARY PEOPLE – de 5 a 10 livros por ano Características: É bilingue, tem opinião, verbaliza de forma cuidada e inteligente. Culturalmente: Conhece os nomes dos presidentes da República, primeiros-ministros e ministros dos principais países europeus. O INTELECTUAL – de 10 a 20 livros por ano Características: É pago para ser ouvido e tem opinião sobre tudo. Culturalmente: Sabe tudo o que os outros sabem, para além daquilo que os outros não querem saber. Faz questão de saber os nomes dos presidentes do Benfica, Porto e Sporting. O ERUDITO – de 20 a 40 livros por ano Características: Rápido, eloquente, com ideia próprias e poliglota. Culturalmente: Conhece os nomes dos presidentes, reis e rainhas dos 27 países da Europa, bem como do resto do mundo. Recusa-se a saber os nomes dos presidentes do Benfica, Porto e Sporting. O NERD – de 40 a ∞ livros por ano Características: Sem dados (ninguém o vê, porque está sempre escondido atrás de um livro). Culturalmente: Não tem vida social de espécie alguma. Enquetes 06/13/2009
Responda rápido às duas enquetes antes que seja tarde!!! Escolha do nome da biblioteca do CCUB 05/31/2009
Com base nas sugestões recebidas, escolheremos o nome da biblioteca entre as seis possibilidades abaixo. Deixe seu voto! Leitura saudável 05/18/2009
![]() Quem quiser ter uma orientação doutrinal segura na escolha das suas leituras culturais e filosóficas, pode consultar a base de dados bibliográficos de Almudí, que contém classificações e resenhas. Bacon dizia que a leitura torna o homem completo, a conversação o torna ágil, o escrever o torna preciso. Quem não se cultiva um pouco, parece que não sabe desfrutar das satisfações inerentes à nossa condição de seres inteligentes. É lastimoso conhecer gente incapaz de sustentar sequer por uns minutos uma conversa sobre algo alheio à sua especialidade, porque nunca leu nada com um pouco mais de conteúdo. Ao mesmo tempo que fomentamos a aquisição de uma cultura ampla e profunda, mediante o aproveitamento dos tempos dedicados ao espargimento e ao oportuno descanso, precisamos nos resguardar com prudência de tudo aquilo que ataque nossa fé ou seja moralmente perigoso. Diante do perigo do excesso, da absorção contínua e indiscriminada de informação, deve‑se reconhecer que nem toda publicação, filme ou programa colabora na formação cultural. Faz falta ler mais e ler melhor. Sêneca dizia que não era preciso ter muitos livros, mas que fossem bons. Além da capacidade de leitura é necessário desenvolver a capacidade de discernimento, porque as propagandas publicitárias das editoras e o atrativo das encadernações não são garantia de qualidade. Nesse sentido, vale a pena lembrar as seguintes palavras de João Paulo II, do seu livro "Levantai-vos, vamos!" (por volta da página 100): Sempre tive este dilema: o que devo ler? Buscava escolher aquilo que fosse mais essencial. A produção editorial é tão vasta! Nem todos os livros têm o mesmo valor e utilidade. É preciso saber escolher e pedir conselho a respeito do que merece ser lido. (...) Na leitura e no estudo, tentei unir sempre de maneira harmônica as questões de fé, de pensamento e de coração. Não são campos separados. Cada um deles se adentra e anima os outros. Paradise Lost 05/18/2009
![]() DENTRE AS ÚLTIMAS AQUISIÇÕES DA BIBLIOTECA... John Milton (1608-1674) descreve a luta de Lúcifer contra Deus em sua magnífica epopeia Paraíso Perdido (Lost Paradise), de 1667. É um dos clássicos da literatura mundial, tendo sido inspirada na peça teatral Adamo Caduto, composta em 1647 pelo padre Serafino della Salandra. A obra foi depois complementada com o poema Paraíso Reconquistado (Paradise Regained), que versa sobre a tentação de Cristo. Cego e empobrecido, Milton, por uma destas inexplicáveis ironias da vida, vendeu o copyright do Paraíso Perdido, em 27 de abril de 1667, por £10. O Paraíso Perdido foi originalmente publicado em dez partes. A obra é redigida em versos não rimados. Uma segunda edição, de 1674, foi reorganizada em doze partes para assemelhar-se à Eneida de Virgílio e com revisões menores. É a que ficou como padrão para as edições e traduções posteriores, inclusive na versão portuguesa de António José de Lima Leitão (1787-1856). CRÍTICA Discute-se entre os especialistas se Milton intencionalmente degradou a figura de Satã ao longo da epopeia para indicar as consequências maléficas do orgulho, ou pelo escrúpulo de ter desenvolvido sua personagem aparentemente com mais maestria do que na sua descrição do próprio Deus. A obra contém algumas passagens que atacam a fé e a moral católicas, motivadas pelo autor ser protestante e ter animosidade pela Igreja. Sabendo discernir essas falhas lamentáveis, o saldo é positivo. A Terra-Média de J.R.R.Tolkien 05/17/2009
![]() Vinícius Reis, TT1 da equipe Valinor, proferiu uma notável conferência acerca da vida e obra do grande escritor britânico e deixou constância do fato em http://tinyurl.com/qryovr. Xenófanes de Cólofon, pseudoeleata 05/04/2009
![]() Autor controverso, Xenófanes de Cólofon é enumerado por Platão, Aristóteles e Teofrasto entre os filósofos pré-socráticos, mas é evocado como poeta pela tradição literária (Estrabão, Apuleio, Ateneu e outros). | RSS (saiba o que é)
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